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segunda-feira, 27 de março de 2017

Febre Amarela: Especialista comenta principais sintomas que se assemelham a outras doenças

O forte calor associado ao período de chuvas é um fator de alerta para doenças propagadas pelo Aedes aegypti. Isso porque clima facilita a proliferação dos ovos do mosquito vetor da Dengue, Zika, Chikungunya e da Febre Amarela – enfermidade relacionada mais recentemente a esse transmissor. Os sintomas causados por estas doenças são similares e acabam causando dúvida na população, por isso, é indicado uma avaliação médica para definição da melhor conduta a ser tomada.



- A maioria das pessoas infectadas pelo vírus da Febre Amarela apresentam sintomas leves como febre e cefaleia com duração média de dois dias, mas em alguns casos o quadro clínico pode ser moderado apresentando dor muscular, nas articulações, náuseas e, em alguns fenômenos agudos, o paciente pode ter hemorragia causando icterícia, um sintoma que deixa a região dos olhos, pele e mucosas com aspecto amarelado. Não existem tratamentos médicos específicos contra o vírus. Geralmente o tratamento visa melhorar os sintomas e, em casos mais graves, pode haver reposição do sangue perdido nas hemorragias, diálise para os rins afetados e controle geral das complicações – detalha a infectologista Sílvia Oliveira, do Hospital Rios D’Or.

Combate ao Aedes aegypti – A prevenção, com a eliminação dos focos das larvas, ainda é a melhor forma de evitar a doença, mas a vacinação também é importante para a imunização contra a Febre Amarela, sendo indicada para moradores ou visitantes de áreas consideradas de risco dos 9 meses aos 60 anos de idade alcançando eficácia de até 97% com apenas uma dose, segundo a Organização Mundial de Saúde. A vacina contra febre amarela, disponível em postos de saúde e em algumas clínicas particulares, é contraindicada para gestantes, mulheres que estão amamentando, crianças até seis meses e pessoas com mais de 60 anos. Pacientes oncológicos e portadores de doenças crônicas só podem ser vacinados com indicação médica, assim como pessoas alérgicas.

Conheça os principais sintomas da Febre Amarela, Zika, Dengue e Chikungunya:



terça-feira, 21 de março de 2017

Cirurgia robótica é a indicação mais segura para procedimentos ginecológicos


Retirada de miomas, tratamento da endometriose e outras patologias se beneficiam com tecnologia cirúrgica

As doenças ginecológicas são sempre motivo de atenção. Especialistas recomendam o acompanhamento médico em consultório e realização de exames preventivos, associados aos hábitos saudáveis, para evitar complicações. Mas, quando o caso tem indicação cirúrgica, as mulheres podem ser beneficiadas pela tecnologia na medicina, recebendo um tratamento mais resolutivo e minimamente invasivo. A cirurgia robótica é a opção mais recomendada para o tratamento dos miomas uterinos, da endometriose profunda e do câncer ginecológico pélvico.

- A indicação de procedimentos minimamente invasivos, auxiliados pela robótica, tem como benefícios principais a preservação da fertilidade e das estruturas anatômicas, assim como melhores condições no pós-operatório. Anterior a esta tecnologia, era comum que as mulheres tivessem que ser submetidas a procedimentos mais invasivos, radicais e com maior risco de hemorragias e infecções. Hoje, esta realidade pode ser alterada devido a evolução da tecnologia na medicina, que vem a beneficiar tanto o paciente quanto ao cirurgião. A robótica tem um ganho significativo em relação a laparoscopia e inigualável a cirurgia aberta, com menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades cotidianas – esclarece Dr. Michel Zelaquett, ginecologista especialista em miomas uterinos e cirurgião em robótica do Hospital Quinta D’Or.



A cirurgia robótica ginecológica é indicada para procedimentos de alta complexidade, que requerem cada vez mais precisão para sua realização. Pacientes diagnosticadas com doenças benignas como miomas uterinos e endometriose, podem ser submetidas a cirurgia robótica, tanto no intuito de preservação do útero e da fertilidade, quanto para a histerectomia (retirada do útero), quando necessário. Além disso, esta tecnologia também é amplamente empregada para o tratamento do câncer de colo uterino, de endométrio e ovário, com ótimos resultados em relação ao tratamento da doença, associado a uma rápida recuperação da paciente. Hoje, o Hospital Quinta D’Or, através de seus cirurgiões altamente especializados, é a maior referência no Rio de Janeiro para procedimentos ginecológicos através da cirurgia robótica.

Tecnologia a Serviço da Mulher – A cirurgia robótica tem sido indicada para diversos procedimentos em ginecologia, como miomectomias (cirurgia para retirada dos miomas e preservação do útero), histerectomias desde as mais simples até as mais complexas, reconstruções pélvicas, endometrioses severas e para o tratamento do câncer ginecológico. O procedimento minimamente invasivo gera muitos benefícios para as pacientes, como a realização de cirurgias mais seguras com redução de complicações hemorrágicas e infecciosas, recuperação mais rápida e menos dolorida, fazendo com que o retorno às atividades diárias seja acelerado.

Integralidade na assistência – O conceito de Centro de Saúde da Mulher, implantado no Hospital Quinta D’Or, caracteriza a interligação dos serviços destinados aos cuidados femininos. Contemplando desde atendimento em consultório, exames de diagnóstico de alta tecnologia e tratamentos cirúrgicos, os especialistas atuam de forma integrada gerando melhor resultado e assertividade à assistência. Além disso, toda a equipe está fundamentada na humanização, para atender de maneira personalizadas, com acolhimento e empatia as pacientes, proporcionando um ambiente mais confortável e seguro.

Cirurgia Robótica – Os benefícios da cirurgia robótica têm sido potencializados através da capacitação de todos os especialistas – compromisso da Rede D’Or São Luiz que, desde 2016, atua com um programa especial de treinamento de robótica para seus cirurgiões, com certificação internacional de qualidade, contribuindo na qualificação dos especialistas, o que resulta em procedimentos mais seguros. Ao todo, 1000 cirurgias robóticas já foram realizadas na Rede D’Or São Luiz, nos hospitais que alocam os seis robôs Da Vinci – modelo mais moderno no Brasil: em São Paulo, no Hospital São Luiz - Unidade Itaim, Hospital São Luiz - Unidade Morumbi, e Hospital e Maternidade Brasil; em Pernambuco, no Hospital Esperança Recife; e no Rio de Janeiro, no Hospital Quinta D’Or e no Hospital CopaStar.

Além da ginecologia, outras especialidades operam com esta tecnologia: urologia, cirurgia bariátrica, oncologia, tórax, entre outras. Os hospitais da Rede D’Or São Luiz estão credenciados com a patente Da Vinci Surgery, e todo o procedimento é muito seguro. O braço do robô é o responsável por segurar as pinças introduzidas no paciente para a cirurgia – com total precisão, e quem controla todos os comandos são médicos altamente treinados para a realização da cirurgia robótica.




terça-feira, 14 de março de 2017

Real D’Or é o novo hospital da Rede D’Or São Luiz, com perfil materno infantil


Inauguração da unidade marca o investimento do grupo nas especialidades

Desde 13 de março, as gestantes da Região Oeste à Norte do Rio de Janeiro podem usufruir dos serviços do novo hospital da Rede D’Or São Luiz – o Real D’Or. Destinado ao atendimento materno infantil, com estrutura moderna e tecnológica, o hospital supri a demanda do serviço de maternidade na região, oferecendo o que há de mais seguro em assistência hospitalar e qualidade.

- O atendimento do Real D’Or é completo e integrado. A equipe de assistência altamente qualificada atua com o suporte tecnológico para a realização de exames, partos normais e cesáreas, contando ainda com o suporte de UTI neonatal e pediátrica – declara o diretor executivo do hospital, Dr. Ricardo Calado.

O novo hospital conta com serviço de emergência obstétrica, atendimento a gestantes em caso de urgência, assim como eletivo. O investimento de 20 milhões contempla a adequação da estrutura predial, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e ambientação humanizada.



- O Real D’Or já inicia seu funcionamento objetivando a certificação através da Organização Nacional de Acreditação Hospitalar, pela qualidade e segurança na assistência aos pacientes. O hospital tem estrutura e equipe capacitadas para que esse objetivo seja atingido o mais breve possível – afirma a diretora médica da unidade, Dra. Adriana Campos.

Parto Humanizado – O Hospital Real D’Or tem como um dos destaques a realização do parto humanizado, com uma equipe preparada para conduzir o nascimento, respeitando o tempo natural e emocional da mãe e do bebê, e contribuindo na condução do parto com menos intervenção possível, sem deixar de propiciar uma condição segura. O mais indicado é que os cuidados se iniciem desde o pré-natal, quando a mãe além de sua saúde se prepara emocionalmente para a experiência de dar à luz.

- Humanizar o parto é uma proposta que integra condutas e procedimentos afim de que mãe e filho possam vivenciar a experiência do parto natural. No Hospital Real D’Or, esta gestante encontra um ambiente acolhedor e uma equipe ciente de seu papel de contribuição no processo, oferecendo técnicas que possam minimizar as conhecidas “dores do parto”, como o estímulo a caminhada e o banho de chuveiro ou banheira, para que esta gestante e o bebê tenham bem-estar físico e emocional – destaca Dra. Glaucimara Gonzaga Nunes, Coordenadora do serviço de obstetrícia do hospital.

Estrutura – A nova unidade segue o conceito moderno e de excelência da Rede D’Or São Luiz, e oferece segurança, conforto e comodidade aos pacientes, acompanhantes e seus familiares, assim como para os médicos obstetras assistentes. O Hospital Real D’Or associa sofisticados equipamentos e uma equipe altamente qualificada e acolhedora, destacando a qualidade da assistência humanizada.

O Real D’Or coloca à disposição dos cirurgiões obstétricos um moderno centro cirúrgico, composto de três amplas salas, além da sala de parto humanizado. Uma equipe qualificada, tendo o suporte de equipamentos modernos, monitora com segurança os bebês que, após o nascimento, requerem cuidados especiais, nos 12 leitos da UTI Neonatal. O mesmo serviço é comtemplado na UTI pediátrica, que dispõe de 8 leitos.

Além disso, os dois andares de internação obstétrica oferecem excelente estrutura e possuem berçários dedicados a cada andar. Além disso a unidade trabalha com o modelo de alojamento conjunto, possibilitando que mãe e bebê estreitem os laços após o nascimento, estimulando, inclusive a amamentação. O ambiente conta com modernos dispositivos e mobiliário hospitalares, com hotelaria priorizando o conforto, funcionalidade e bem-estar.

O serviço de maternidade permite que a mãe e a criança tenham acesso imediato a todos os exames necessários antes e após o parto, como teste do pezinho, orelhinha, hemogramas, exames cardiológicos, entre outros. A estrutura de diagnóstico por imagem ainda é composta por aparelhos de ultrassom, tomografia pediátrica e raio x.

Curso para gestantes – A proposta do Hospital Real D’Or é contribuir, inclusive, com conhecimento das mães e familiares. Periodicamente serão oferecidos cursos de gestantes, com a participação de especialistas do novo hospital, repassando informações e cuidados essenciais nos primeiros dias e meses do bebê.

Atendimento Pediátrico – Estendendo os cuidados, o Hospital Real D’Or também oferece estrutura especializada para o tratamento e atendimento infantil – crianças e adolescentes, até os 14 anos. O serviço vai acolher os pacientes em casos de urgências e emergências infantis.  A equipe médica especializada e altamente qualificada, tem como diferencial o carinho e a humanização no atendimento aos pequenos pacientes. O serviço de pediatria conta ainda com uma completa UTI pediátrica para suporte aos pacientes da emergência, assim como para os pacientes em pós-operatório de cirurgias mais complexas.

terça-feira, 7 de março de 2017

Conheça mais sobre o Robô Da Vinci Si

O sistema cirúrgico robótico Da Vinci Si é composto por três unidades: um console de comando com binoculares e “joysticks” para controle dos braços, local onde fica o cirurgião; uma torre de vídeo que une as informações do sistema; e o console do paciente, composto pelos quarto braços mecânicos com câmera e instrumentos cirúrgicos.



Os instrumentos utilizam pequenas incisões para acessar a área a ser operada, assim como acontece na cirurgia laparoscópica pura. Embora seja conhecido como “robô”, este sistema não executa atividades com autonomia, ele reproduz os comandos, em tempo real, do cirurgião de uma maneira sutil.

Comparado à cirurgia laparoscópica convencional, isso é um grande ganho, já que até o momento eram utilizadas visão 2D e instrumentos menos articulados, que dificultavam os movimentos mais detalhados do profissional. O sistema cirúrgico de alta tecnologia utiliza visão de alta definição em 3D e braços mecânicos que eliminam qualquer possibilidade de tremor, pois reproduzem com precisão os movimentos do cirurgião de uma maneira mais delicada, harmônica e muito estável.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Estudo revela micronutrientes importantes para a formação do cérebro humano

O correto desenvolvimento fetal humano depende de diversos fatores, dentre eles da presença de nutrientes, como vitaminas e minerais. Em novo estudo publicado na revista científica PeerJ, pesquisadores brasileiros descreveram a composição e distribuição desses elementos em minicérebros humanos, estruturas tridimensionais criadas em laboratório a partir de células-tronco.

Até então, a investigação de nutrientes cerebrais por raio-x em seres humanos só era possível em tecido cerebral sem vida (pós-mortem).



Pesquisadores brasileiros utilizaram a radiação sincrotron, uma espécie de raios-X que consiste em excitar um tecido biológico e registrar a resposta de cada átomo. Como cada partícula atômica possui sua resposta característica, a técnica permite identificar a composição química dos minicérebros, também conhecidos como organoides cerebrais. Desta maneira, os cientistas descreveram como o fósforo, potássio, enxofre, cálcio, ferro e zinco estão distribuídos durante a formação nesse modelo de cérebro humano.

Para Simone Cardoso, Professora Adjunta do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a parceria multidisciplinar, que envolveu físicos e biólogos, foi fundamental para o ineditismo e sucesso do estudo: "Isso nos permitiu reunir expertises de diferentes áreas do conhecimento para planejar e realizar os experimentos."

Os minicérebros humanos analisados tinham até 45 dias desde o início do desenvolvimento, o que equivale a algumas semanas do desenvolvimento fetal. Para entender a distribuição dos elementos, os pesquisadores analisaram os organóides em duas etapas distintas: um estágio mais precoce (dia 30), em que há uma intensa neurogênese; e outra mais tardia (dia 45), quando as células começam a se tornar neurônios e se organizar em camadas.

Os resultados demonstraram que a concentração e distribuição dos elementos químicos estão relacionadas ao estágio do desenvolvimento dos minicérebros humanos e se assemelham ao observado no cérebro humano.

Sabe-se que a dieta de mulheres grávidas tem papel determinante no desenvolvimento fetal. Os elementos caracterizados no estudo são essenciais para a formação correta do cérebro dos bebês. Evidências científicas vêm demonstrando que sua diminuição ou ausência durante a gestação está relacionada a problemas de memória, e doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia. Desse modo, a descrição desses elementos no cérebro humano em desenvolvimento fornece informações importantes sobre as possíveis consequências geradas pela interrupção do equilíbrio químico neural.

De acordo com Stevens Rehen, líder da pesquisa e cientista do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, "o estudo ratifica a importância dos minicérebros para o estudo de diferentes aspectos do desenvolvimento cerebral humano".



O estudo foi realizado no IDOR, em colaboração com pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas e Instituto de Física da UFRJ, e Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), e financiado pelo BNDES, FINEP, CNPq, FAPERJ, CAPES e LNLS.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Dias de folia exigem atenção redobrada com a saúde


Especialista destaca importância dos cuidados para evitar DSTs e a doença do beijo, comuns durante o Carnaval. A atenção também deve estar dedicada à alimentação e uso de calçados apropriados

O Carnaval é uma das épocas mais aguardadas do ano. Fantasias, marchinhas, serpentina e muita alegria marcam os dias de folia, assim como os “amores de Carnaval” que podem ser relâmpagos ou se tornarem um amor para além da quarta-feira de cinzas. Independente da sua duração o importante são os cuidados com a saúde para que a única marca seja a lembrança desses momentos. Para tanto, a prevenção é recomendada afim de minimizar os riscos de contágio por doenças sexualmente transmissíveis (DST).

- No carnaval, devido a descontração, o consumo elevado de álcool e a própria cultura da festa, as pessoas ficam mais propícias aos “relacionamentos rápidos” e ao sexo casual. Caso não usem o preservativo, se tornam vulneráveis a DSTs, como a tricomoníase, gonorreia, clamídia, sífilis, hepatite B, HPV e HIV. Todas elas são transmitidas pela relação sexual seja ela vaginal, anal e oral e até mesmo com o contato com o líquido seminal ou lubrificação vaginal – explica o ginecologista do Hospital Caxias D’Or, João Marcello Guedes.

Um simples beijo também pode apresentar risco para a saúde, pois doenças como a mononucleose e o herpes labial são transmitidas pela saliva. A primeira, conhecida como doença do beijo, é benigna, podendo em alguns casos se apresentar em formas mais severas sendo os sintomas a febre, dor de garganta, aparecimento de gânglios submandibulares, dor articular e aumento do baço. Já a segunda tem como principal característica o aparecimento de lesões vesiculares ao redor dos lábios.

Sobre as principais DSTs – Na tricomoníase, gonorreia e clamídia o sintoma mais comum é o corrimento vaginal com odor, que pode estar associado a dor pélvica ou dor durante a relação. Já a sífilis pode causar o aparecimento de lesões genitais tipo úlcera indolores. A Hepatite B tem como principais sinais a dor abdominal, febre, mal-estar e aparecimento de coloração amarelada na pele (icterícia), enquanto que o HPV tem o aparecimento das verrugas genitais como o principal alerta, podendo ser responsável também pelos cânceres de colo de útero, vulva e vagina. Com sintomas iniciais inespecíficos como febre e mialgia, o HIV só é diagnosticado através da realização de testes sorológicos e moleculares.

A camisinha deve ser a companheira indispensável nos dias de festa para que o Carnaval seja aproveitado com responsabilidade e segurança.

Além da fantasia – Hidratação, alimentação balanceada, proteção solar, além de calçados e roupas confortáveis são imprescindíveis para curtir os dias de folia sem nenhuma surpresa desagradável. Especialistas da Rede D’Or São Luiz prepararam dicas simples para aproveitar o melhor do Carnaval com segurança:

· Calçado ideal – O Ortopedista Mário Fernandes, do Hospital Niterói D’Or, garante que o melhor calçado para se curtir a folia no carnaval seria o tênis, pois protege os pés e geralmente é confortável e ajuda na absorção do impacto. Se a fantasia exigir calçados altos, prefira o salto quadrado com frente meia pata ou plataforma, desde que a diferença entre a parte anterior e posterior do calçado não ultrapasse 4 cm. Estes calçados devem estar bem presos aos pés para evitar entorses ou até fraturas.

· Na hora do xixi – O Ginecologista do Hospital Caxias D’Or, João Marcello Guedes, reforça a importância para que as mulheres fiquem atentas à higiene dos banheiros públicos e químicos, evitando o contato da pele com o sanitário e fazendo a higienização das mãos. Uma dica é ter sempre um frasco pequeno de álcool gel e um rolo de papel higiênico para garantir a eficácia da higiene.

· Proteção da pele - A dermatologista do Hospital Oeste D’Or, Valéria Stagi, destaca simples dicas para cuidar da pele e da saúde durante a folia:
  • Usar chapéus, camisetas e protetores solares;
  • Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão);
  • Usar filtros solares diariamente com fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo, reaplicando a cada duas horas. 

Alimentação e hidratação - A nutricionista Viviane Loureiro, do Hospital Caxias D’Or, ressalta a importância da hidratação, pois a água é um condutor natural que além de hidratar ajuda a eliminação de toxinas e excessos cometidos como, por exemplo, com a bebida alcoólica. Aposte em alimentos leves evitando frituras, observando sempre o armazenamento dos alimentos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A Emergência Pediátrica do Hospital Barra D’Or apoia o Dia do esportista!

Muitas vezes a criança pratica inúmeros esportes ao longo da rotina semanal, como: natação, volley, futebol, judô. E a dica é tentar praticar atividades em grupo aos finais de semana, como uma simples caminhada ao ar livre, andar de bicicleta, um mergulho no mar, um banho de mangueira.



Segundo a Dra Carla Cristiane Dall' Olio, Coordenadora Médica da Emergência Pediátrica do Hospital Barra D’Or: “Como Pediatra acredito que a melhor atividade física para crianças seja aquela que além de respeitar sua idade e condição de saúde atual, agregue a família ao redor do evento”.

O esporte deve ser oferecido para a criança dentro do contexto social e cultural da família, como uma rotina para que os resultados positivos à saúde sejam mantidos ao longo da vida adulta.

Crianças no início do período escolar tendem a adoecer mais


Calendário de vacinação em dia, alimentação saudável e idas regulares ao pediatra são grandes aliados da saúde dos pequenos

A ida das crianças pela primeira vez à creche ou escola envolvem grandes mudanças tanto para elas quanto para seus pais. Além da ansiedade quanto a adaptação e o convívio com os outros alunos, a preocupação maior acaba sendo com a saúde. É comum que as crianças adoeçam mais quando iniciam o período escolar e os pais precisam ficar atentos a essa frequência, mas sem desespero, pois há formas de prevenir ou minimizar a ocorrência das doenças mais comuns.



- Muitas famílias precisam colocar seus filhos ainda novinhos, com menos de dois anos, na escola. Com essa idade a quantidade de anticorpos ainda é pequena e o sistema imunológico não está maduro o suficiente para defender o corpo das infecções. O contato com outras crianças também influencia no aumento dessa frequência, assim como a falta de algumas vacinas que ainda não foram administradas – esclarece Dra. Carla Dall Ollio, coordenadora da emergência pediátrica do Hospital Barra D’Or.

Segundo a especialista, as infecções de vias aéreas superiores como tosse, coriza e espirro e suas complicações como a sinusite, pneumonia e otites são as mais comuns nesse período, porém é importante que os pais fiquem atentos a essa recorrência. Até o segundo ano de vida são esperados de quatro a seis quadros infecciosos sem gravidade por ano. Essa frequência começa a preocupar quando a criança precisa de antibióticos por mais de dois meses consecutivos ou se ela precisou de internação para cuidar de alguma infecção. Com esses sinais de alerta é preciso que o pediatra investigue mais a fundo a sua imunidade.

- Manter o calendário de vacinação em dia, ter bons hábitos de higiene, visitas regulares ao pediatra e uma alimentação saudável são as melhores de formas de cuidar da saúde dos pequenos – finaliza a pediatra.