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segunda-feira, 2 de março de 2015

O que é o câncer não invasivo da mama?

Na semana do Dia Internacional da Mulher, Dr. Gilberto Amorim, Coordenador do Grupo de Oncologia Mamária Oncologia D'Or, explica o que é o câncer in situ, também conhecido como câncer não invasivo da mama.
O câncer não invasivo ou in situ apresenta células doentes que se originam dentro dos ductos ou dos lóbulos, que são estruturas que fazem parte da anatomia normal das mamas, mas não invadem ou infiltram estruturas próximas e nem são capazes de originar uma metástase. Existe uma espécie de membrana – chamada basal – que “segura” estas células dentro dos ductos ou dos lóbulos, por isto nestes casos não temos metástases. Importante destacar que em muitos casos podem co-existir os 2 tipos o in situ e o infiltrante ou invasivo, pois nem todas as áreas “degeneram” ao mesmo tempo, e o tratamento vai ser determinado predominantemente pelo componente invasor.
Podem então ser dividido em 2 tipos o intra-ductal e o intra-lobular e é considerado o câncer de mama mais precoce – Estádio Zero quando não há nenhuma área de invasão da membrana basal. Seu índice de cura chega próximo de 100% e seu tratamento é eminentemente local com cirurgia e conforme o caso radioterapia. Não há razão para realizar quimioterapia nestes casos.

Em alguns casos pode ser indicado um anti-estrogênio em caráter preventivo, pois podemos ter nestes casos um maior risco de desenvolvimento futuro de novos carcinomas in situ na mama oposta ou até na mesma mama quando operada parcialmente. Com estes medicamentos, há uma redução da ordem de 50-60% nesta possibilidade que já é pequena na maioria dos cenários.
#semanadamulher #RedeDOr #cancerdemama #mama

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Candidíase é mais comum no verão



A candidíase é uma infecção vaginal causado por um fungo chamado Cândida albicans. Estima-se que cerca de 75% das mulheres terão candidíase em algum momento de suas vidas e o verão é a estação em que a infecção ocorre com mais frequência.

Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, explica que os fungos são oportunistas e que o aparecimento da candidíase depende de uma agressão interna ou externa.

As causas da infecção estão relacionadas a qualquer situação que depõe contra o equilíbrio da flora vaginal, sejam agressores internos, como alterações hormonais das mulheres, por exemplo, ou externos, como uso de protetores diários de calcinha, maiôs e biquínis úmidos por cloro ou sal da água do mar.

E é no verão que as agressões, principalmente externas, são mais habituais. A umidade constante do biquíni ou maiô após os banhos de piscina ou no mar, por exemplo, dificulta arejar melhor a vagina e propicia a proliferação dos fungos.

A médica esclarece que entre os sintomas mais comuns da candidíase estão a presença de secreção amarela esbranquiçada na calcinha - cuja quantidade pode variar -, e/ou a presença possível de sensação de coceira ou ardência local.

A candidíase pode ser facilmente diagnosticada através de exame um clínico com o ginecologista. O exame laboratorial através da cultura da secreção vaginal também pode ser realizado, mas não é necessário se já houver a avaliação do médico.

Após o diagnóstico, o tratamento pode ser realizado por medicação via oral e/ou via vaginal de antifúngicos. Depende do ginecologista escolher a melhor opção para cada caso.


Por este motivo, não deixe de procurar seu médico caso apresente algum dos sintomas acima. E, claro, evite permanecer com o maiô ou biquíni molhado após o mergulho.

#RedeDOr #candidiase #verao


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Check-up anual: 5 exames para manter a saúde feminina em dia



Começo de ano é, normalmente, a época de fazer o check-list. Os cuidados com a saúde não podem ficar de fora desta lista. Dr. Paulo Miranda, ginecologista do Hospital Santa Luzia, em Brasília, lembra que o tradicional check-up de início de ano é de extrema importância, principalmente para as mulheres.

“Os exames de rotina avaliam as condições da saúde feminina e dão condições ao médico de fazer um acompanhamento constante do quadro clínico da paciente. Além disso, quando estes testes são feitos com frequência, muitas doenças podem ser prevenidas ou diagnosticadas precocemente”, esclarece.

Confira abaixo os seis exames que as mulheres devem fazer todos os anos:

1. Papanicolau

Este exame precisa ser feito todos os anos na consulta ginecológica ou a qualquer momento, se houver sinais de infecções ou inflamações. Pessoas que têm histórico de câncer de colo de útero na família devem fazê-lo a cada 6 meses.

2. Autoexame de mama

O autoexame é o primeiro passo para acompanhar a saúde dos seios da mulher. Ele deve ser realizado ao menos uma vez por semana, de preferência durante o banho, momento em que as mãos deslizam mais facilmente pelos seios. Mas fique atenta! Esta avaliação só é válida se for feita fora do período menstrual. As mulheres que estão na menopausa podem fazê-la em qualquer período. Se a você detectar algo, procure ajuda médica.

3. Mamografia

Exame radiológico que avalia as condições da mama. Deve ser feito anualmente, após os 40 anos. Mulheres com parentes de primeiro grau diagnosticados com câncer de mama devem começar a realizar a mamografia 10 anos antes da idade em que a mãe ou a irmã foram identificadas com a doença.

4. Ecografia de mama

Este exame de imagem é indicado para avaliar a saúde das mamas de mulheres com menos de 40 anos. A frequência dele é anual ou a qualquer momento necessário. Lembre-se que a ecografia mamária deve ser realizada fora do período menstrual e, se algo for detectado, você deve procurar o seu médico para uma avaliação completa.

5. Ultrassom transvaginal

Por meio deste exame, o ginecologista ou obstetra pode visualizar com precisão os órgãos do aparelho reprodutor feminino (útero, ovário e trompas). Com periodicidade anual, ele deve ser feito por mulheres com mais de 40 anos. Além disso, pessoas que têm histórico de câncer na família precisam realizar a avaliação a cada 6 meses ou quando recomendado pelo especialista.

#RedeDOr #HospitalSantaLuzia

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

No Carnaval, cuidados na praia vão além do protetor solar


É comum que quem passe o feriado na praia se preocupe em levar boné, protetor solar e óculos escuros para se proteger do sol.

Estes cuidados, porém, não são suficientes para que você mantenha sua saúde em ordem. Dra. Raquel Muarrek, infectologista do Hospital São Luiz, alerta que a água da praia pode transmitir uma série de doenças: “Como normalmente não é tratada, ela pode causar desde diarreias virais – que são mais comuns – até conjuntivite, dermatites de pele e hepatite A”.

A hepatite A, por exemplo, é transmitida por contato entre pessoas infectadas ou por meio de água e alimentos contaminados.  Por este motivo, a médica recomenda ingerir somente água tratada e alimentos higienizados. “A má limpeza, em qualquer ocasião, pode ser prejudicial. E também é importante ter atenção ao pedir sucos naturais. Qual é a procedência da água utilizada na bebida?”

Outra dica é evitar as duchas. Estudo realizado no ano passado pelo Centro de Tecnologia Cientifica da PUC-Rio revelou que a água dos chuveirinhos pesquisados na capital fluminense estava contaminada com coliformes fecais e fosfato, que indica contaminação crônica de urina.

Também é recomendável não ter contato direto com a areia. A úmida pode conter bactérias oriundas da rede de esgoto. A seca pode estar contaminada com vermes e parasitas, como o bicho geográfico, oriundos das fezes de animais. Para não ficar doente, ande sempre calçado e deite-se ou sente-se sobre uma toalha, por exemplo.

#RedeDOr #Carnaval #praia #cuidados

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Saiba tudo sobre a Febre Chikungunya

Com a chegada do verão e do período de chuvas, a população volta sua atenção para os cuidados no combate aos possíveis focos do já conhecido e temido mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, doença que todos os anos faz milhares de vítimas em todo o território nacional. O que poucos sabem ainda é que este ano este combate precisará ser reforçado, com a chegada, no Brasil, do vírus da Febre Chikungunya, doença de origem africana transmitida pelo mesmo mosquito.

Isolado pela primeira vez na Tanzânia, no início dos anos 1950, o vírus da chikungunya já esteve no Brasil em 2010, trazido por viajantes, e voltou a aparecer no território brasileiro em junho do ano passado. Até dezembro, o Ministério da Saúde já havia confirmado 2.196 casos da febre chikungunya no Brasil e espera que, durante o verão, esse número suba ainda mais, já que seu transmissor, o Aedes aegypti, tende a se proliferar nesta época.

Com sintomas semelhantes aos da dengue, como febre alta, mal-estar, dor de cabeça e cansaço, a febre chikungunya se difere por uma característica incômoda: a doença causa muitas dores nas articulações dos pacientes, muitas vezes com inchaço e vermelhidão local, que pode perdurar por meses.

“O vetor das duas doenças é o mesmo, o período de incubação é bastante parecido, ambas causam febre no paciente e algumas alterações laboratoriais inespecíficas, como contagem baixa de plaquetas e de glóbulos brancos. O grande diferencial entre uma e outra é que a chikungunya causa um quadro articular bastante forte, muita dor nas articulações, principalmente as articulações das extremidades”, explica o dr. Marcelo Gonçalves, infectologista do Hospital Caxias D’Or.

Apesar de longevidade das dores, a chikungunya não chega a ser tão perigosa quanto a dengue, que em casos mais extremos pode levar a óbito, mas, devido à semelhança dos sintomas, a indicação é sempre procurar auxílio médico. “As manifestações iniciais são muito inespecíficas, muitas doenças apresentam quadros semelhantes. O médico deve pedir exames específicos, como o isolamento viral, e pode ser feito também o diagnóstico sorológico, com a dosagem de anticorpos”, afirma Gonçalves.

Uma vez diagnosticada a chikungunya, a indicação de tratamento é semelhante à da dengue: repouso, hidratação e analgésicos. “Infelizmente, ainda não existe vacina e nem mesmo um medicamento que acelere a cura, nem da dengue e nem da chikungunya. O tratamento é sintomático, com analgésicos”, explica o infectologista.

Por usarem o mesmo vetor, a melhor forma de evitar a transmissão do vírus da febre chikungunya também é semelhante à da dengue: é fundamental que a população reforce as ações com foco na eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas, ou seja, verificar se a caixa d’água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras iniciativas.


“Vivemos em um país tropical, o que, infelizmente, facilita o desenvolvimento do vetor de ambas as doenças. A melhor maneira de combater as duas ainda é combater o Aedes aegypti”, conclui dr. Marcelo.

#RedeDOr #CaxiasDOr #chikungunya


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Calor causa oleosidade que prejudica a saúde do cabelo

Você sabia que o calor do verão pode fazer mal as suas madeixas? Em reportagem do jornal "O Dia", Dra. Danielle Medeiros, dermatologista do Hospital Badim, explica por que os cabelos tendem a ficar mais oleosos nesta época do ano.

Para ler a matéria completa, acesse: http://scup.it/7sp0




































#RedeDOr #HospitalBadim #cabelo #verao

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Como agir em caso de queimaduras causadas por caravelas-portuguesas?

Na última semana, uma notícia foi amplamente divulgada na imprensa carioca: Manuela, de 1 ano e 7 meses foi queimada por uma caravela-portuguesa – animal semelhante à água-viva –, na Praia do Leblon, no Rio de Janeiro.

A história foi relatada pela mãe da criança, Alessandra Veiga Martins, num post no Facebook que teve mais de 7.500 compartilhamentos. Na publicação (imagem e texto completo abaixo), Alessandra relata como a queimadura ocorreu e conta alguns detalhes do atendimento recebido no Hospital Copa D’Or.

Para esclarecer mais dúvidas sobre o evento que assustou muitos cariocas, entrevistamos a Dra. Cleyde Vanzillotta, coordenadora médica da Pediatria do Hospital Copa D’Or, sobre como proceder em situação semelhante à que ocorreu com a pequena Manuela. 

Blog Espaço Saúde da Mulher - Qual o primeiro procedimento no caso de um ataque de uma caravela portuguesa? Deve-se retirar os tentáculos do animal da vítima ou manuseá-los é mais perigoso?

Dra. Cleyde Vanzillotta - O melhor a fazer é manter o animal e a pessoa acometida dentro do mar e tentar retirar os tentáculos. Fora da água, esta tentativa pode ser mais difícil e prejudicial e a pessoa que manipulará o animal também estará exposta à queimadura. A imersão na água do mar facilita a retirada, pois os tentáculos permanecem boiando.

Blog Espaço Saúde da Mulher - Quais são os primeiros socorros para uma vítima de queimadura por uma caravela portuguesa?

Dra. Cleyde Vanzillotta – A vítima deve manter a calma, procurar rapidamente uma unidade de saúde com atendimento de emergência e fornecer as explicações sobre o acidente. É muito importante relatar o aspecto do animal, pois a queimadura por caravela-portuguesa possui um tratamento específico.
É importante ressaltar que não se deve lavar o local com água doce, pois ela aumenta a liberação de toxinas. O recomendado é fazer compressas de ácido acético (substância contida no vinagre comum) no local da queimadura, uma vez que este ácido inativa a toxina do animal.

Blog Espaço Saúde da Mulher – Quais são os perigos das toxinas liberadas pelas caravelas-portuguesas no organismo humano?

Dra. Cleyde Vanzillotta – Além dos sintomas locais causados pela queimadura, como dor intensa, queimação e hiperemia (aumento da quantidade de sangue num determinado tecido ou zona do organismo), que podem persistir por até 24 horas, a toxina pode causar também sintomas sistêmicos como náuseas e vômitos, contratura muscular, hipotermia e cãibras. Nos casos mais graves, pode ocorrer insuficiência respiratória e choque anafilático, com risco de morte.

Blog Espaço Saúde da Mulher - Como é a recuperação de uma pessoa queimada por este animal?

Dra. Cleyde Vanzillotta – As orientações médicas do primeiro atendimento devem ser seguidas à risca.  Porém, de um modo geral, analgesia e cuidados locais são fundamentais para a recuperação do paciente.


Íntegra do post de Alessandra Veiga Martins no Facebook


ALERTA: PERIGO NO BAIXO BB/ LEBLON

(Isso pode acontecer com você ou algum conhecido, e desconhecemos o procedimento de emergência!)

16/01/2015, Leblon em frente à Rua Venâncio Flores:

Fim de tarde ensolarada no Rio, todos se refrescando na praia, momento de lazer, férias com as crianças....minha filha de 1 ano e 7 meses vai a beira d’água com o pai, de mãos dadas, para curtir a espuminha da onda....gargalhava de felicidade!!!..... mas eis que subitamente começou a chorar e gritar, e ao baixar a espuma, foi possível avistar aquele bicho horrível com seus tentáculos agarrados às pernas da minha filha, e no desespero, ali mesmo ,o pai, com a própria mão, começou a puxar aqueles tentáculos arroxeados de aproximadamente 80cm de extensão, que pareciam grampeados nas pernas da nossa filhinha. Angustiado com os gritos de dor e desespero da criança, ele saiu da praia, com o que pode pegar na pressa e sem camisa mesmo se dirigiu ao Hospital Copa D’or, onde me encontrei com eles, pois estava em outro local. E graças a Deus e a presteza da equipe médica da Pediatria do referido Hospital, que seguiu todas as orientações do Centro de Intoxicações do RJ-UFF/ HUAP (teve enfermeira pegando vinagre no Bar em frente!), apesar do enorme risco de Choque anafilático e outras graves consequências, como queimaduras semelhantes às de ácido, que podem ser causadas pela intoxicação do veneno da Caravela, minha filha hoje, ainda em observação, medicada e sendo monitorada pelo Centro de Intoxicação do RJ, passa bem, e provavelmente não ficará sequelas. (Ela teve 50% do corpo afetado pelo animal)
E sabem porquê????
Porque no instinto, ajuda divina e profissionais competentes, cada passo foi seguido como manda o manual de picadas por bichos peçonhentos (FUNASA) e qualquer erro, poderia ser FATAL ou de GRAVES consequências!!!!

COMO TRATAR QUEIMADURAS POR CARAVELAS PORTUGUESAS E AGUA VIVA:

1) JAMAIS, NUNCA, LAVE COM ÁGUA DOCE (a liberação do veneno se agrava)
2) RETIRE OS TENTÁCULOS OU O ANIMAL EM CONTATO COM A ÁGUA DO MAR (fora do seu habitat eles liberam mais toxinas)
3) LAVE TODOS OS PONTOS AFETADOS APENAS COM VINAGRE(nada mais!)SE POSSÍVEL FAÇA COMPRESSAS E MANTENHA POR NO MÍNIMO 30 MINS (minha filha permaneceu por 1 hora assim)
4) LEVE AO PRONTO SOCORRO MAIS PRÓXIMO PARA QUE OS PROCEDIMENTOS COMPLEMENTARES SEJAM REALIZADOS, COMO A ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS PARA ANALGESIA, CONTRA REAÇÕES ALÉRGICAS RESPIRATÓRIAS E CUTÂNEAS, FEBRE, E HIDRATAÇÃO POR SORO.
5) ISSO SALVOU A VIDA DA MINHA FILHA E PODERÁ SALVAR A DO SEU FILHO TAMBÉM!!!

OBS: Mesmo morto ou um pedaço do tentáculo, é perigoso e libera toxina do mesmo jeito. Portanto, ao avistar esta espécie, chame imediatamente um Bombeiro Salva Vidas.


#RedeDOr #CopaDOr #queimadura

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Vai viajar de avião por muito tempo? Previna-se contra a trombose venosa.



Fazer uma longa viagem de avião implica não só em organizar a documentação e arrumar as malas. É importante estar atento aos riscos que esse tipo de deslocamento pode apresentar, com a trombose venosa profunda. Ela consiste na formação de um coágulo de sangue, normalmente nas pernas, que pode se deslocar pela corrente sanguínea e chegar a órgãos vitais, como o pulmão. Nos casos mais graves, a trombose venosa pode causar a morte.

Alguns indivíduos apresentam maior tendência a ter trombose. Dr. Jorge Kalil, cirurgião vascular do Hospital São Luiz, elenca quem são eles:

- mulheres que usam anticoncepcionais;
- mulheres que usam anticoncepcionais e fumam;
- mulheres grávidas;
- portadores de varizes;
- portadores de trombofilia;
- portadores de distúrbio da coagulação do sangue – hipercoagulação;
- pessoas que já tiveram trombose venosa em outra ocasião;
- obesos.

O especialista também dá dicas para prevenir a trombose venosa:

- Trabalhar a panturrilha;
- Fazer flexão e extensão dos pés e das pernas;
- Andar de 5 a 10 minutos por hora de voo;
- Usar meia elástica de média compressão até o joelho.

Dr. Jorge Kalil explica que para pacientes que apresentam maior risco, pode haver indicação de tomar um comprimido anticoagulante uma hora antes de embarque. Mas esclarece que apenas um médico poderá fazer a solicitação.

Por fim, o cirurgião vascular reforça que a aspirina e/ou AAS não fazem a prevenção da trombose venosa. Se você conhece alguém com estas características, o ideal é procurar um médico antes da viagem e seguir suas orientações.


#RedeDOr #trombose #trombosevenosa