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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Sete em cada 10 mulheres que têm cólicas fortes na adolescência poderão ter endometriose



Segundo dados da Sociedade Mundial de Endometriose (SME) 176 milhões de mulheres sofrem de endometriose em todo o mundo. No Brasil, esta doença atinge cerca de seis milhões de pessoas. “Caracterizada pela presença de tecidos semelhantes ao endométrio fora do útero, esta patologia pode causar cólicas, dores durante a relação sexual e dificuldade de engravidar”, explica Dr. Alysson Zanatta, ginecologista do Hospital Santa Luzia, em Brasília.

Além do desconforto abdominal, outros sintomas podem indicar endometriose. “Fortes cólicas acompanhadas de náuseas e dores na região lombar também podem ser sinais da enfermidade. Porém, há mulheres que não apresentam nenhum destes sintomas e/ou não têm complicações para engravidar. Por isso, elas devem ter um acompanhamento regular da saúde ginecológica”, esclarece o especialista.

O médico alerta que aquelas que têm histórico familiar desta doença devem ter atenção redobrada. “Se a sua mãe tem endometriose, você tem cerca de 7 vezes mais chances de sofrer deste problema ao longo da vida. Por isso, mulheres que têm histórico genético desta doença precisam ficar muito atentas à saúde ginecológica, desta maneira é possível fazer o diagnóstico precocemente e iniciar um tratamento”, ressalta.

E não esqueça de que o acompanhamento médico deve ser iniciado desde as primeiras menstruações. “Ao contrário do que muitos pensam, nem sempre é normal sentir muita cólica durante a adolescência, isto pode indicar que algo não está indo bem. As meninas que sentem dores muito fortes precisam de uma atenção especial, já que sete em cada 10 mulheres que têm cólicas fortes durante a adolescência poderão ser diagnosticadas com endometrioses no futuro”, observa.

Tratamentos

O diagnóstico da endometriose pode ser feito pela história clínica, por meio do exame de toque vaginal, da ultrassonografia transvaginal e/ou da ressonância magnética. “Uma vez detectada a doença, a mulher deve ser orientada sobre qual o melhor tratamento para o seu caso. Em geral, aquelas que sentem apenas dor podem tomar medicação hormonal para controlar os sintomas ou se submeterem à cirurgia para remoção total dos focos da patologia, a qual costuma ser mais efetiva. Já para as que têm dificuldade de engravidar, são indicados os tratamentos de reprodução assistida e/ou o procedimento cirúrgico”, conclui o ginecologista.

#RedeDOr #HospitalSantaLuzia #endometriose

Amamentação depois da radioterapia

Vânia Castenheira, autora do livro  "Minha Vida Comigo", publicou em seu site www.minhavidacomigo.com.br um texto muito esclarecedor sobre a amamentação após a radioterapia.
No post, ela entrevista a Dra. Lilian D’Antonino Faroni, Médica Radio-Oncologista da Oncologia D`Or e do INCA.
 Dra., pode elucidar-me sobre este assunto?
As mulheres com Câncer de Mama em estádio inicial, após decisão do Mastologista e da própria paciente, podem ser submetidas a tratamento cirúrgico conservador, ou seja, retira-se apenas o segmento acometido. Nestes casos, quase sempre está indicado um tratamento complementar de Radioterapia, que é uma prevenção para reduzir a chance de recidiva local da doença. Com relação à chance de produção de leite na mama irradiada, existem, por incrível que pareça, poucos trabalhos na literatura sobre o tema, mas uma revisão recente mostra que 30 a 50% das mulheres produzem leite na mama tratada. Nem todas são capazes de amamentar, já que a produção pode ocorrer, mas não ser suficiente para o bebê. Claro, que tudo isto é para a mama que foi tratada com Radioterapia. A mama contra-lateral, a que não recebeu tratamento, continua sua produção normal. (reprodução)
Para ler conteúdo completo, acesse: http://scup.it/8hhn
#RedeDOr #OncologiaDOr #cancer #radioterapia

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Por que é necessário fazer exame médico antes da prática regular de exercícios físicos?

É fundamental realizar uma consulta médica antes de praticar exercícios físicos regulares. De acordo com o Dr. Wilson Mathias Junior, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, esta avaliação é importante tanto antes quanto após os 40 anos.
Indivíduos com menos de 40 anos devem passar por uma consulta e realizar exames para identificar possíveis cardiopatias genéticas ou orovalvares (nas valvas cardíacas), que podem resultar em morte súbita.
Após esta idade, o objetivo da avaliação é evitar o infarto ou morte súbita após a prática de exercícios.
Dr. Wilson Mathias Junior ressalta que o fato de ser cardiopata não necessariamente impede o indivíduo de praticar exercícios físicos. Neste caso, o acompanhamento médico é essencial para estimar o nível máximo de esforço permitido, que é obtido no teste cardiopulmonar. “Em alguns casos, o paciente pode praticar exercícios não competitivos, desde que o nível de esforço seja dosado."
#RedeDOr #exercícios #cardiologia

terça-feira, 31 de março de 2015

Exercícios no pós-parto aliviam dores e dão mais conforto para as mães

Após o parto, o corpo da mulher continua sofrendo uma série de transformações. Juliana Bambicini, fisioterapeuta do Hospital São Luiz foi entrevistada pelo portal iG e indicou ‪‎exercícios‬ que ‪‎mulheres‬ no ‪‎pós‬-parto podem fazer para aliviar dores comuns deste período. Exercícios leves, não para perder peso, mas para ajudá-la nesta nova fase, são muito bem vindos e recomendados. Mas não se esqueça de consultar seu médico antes de iniciar as atividades.























Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/8a4w

#RedeDOr #pos-parto

quarta-feira, 25 de março de 2015

Você sabe o que é a Síndrome do Ovário Policístico?

A Síndrome do Ovário Policístico é uma doença de caráter metabólico em que vários eixos hormonais se alteram, como o da ovulação, dos hormônios masculinos e da insulina.
Dra. Fabiane Sabbag, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que estas mudanças causam alteração no ciclo menstrual, infertilidade, obesidade, acne e pelos em excesso.
O diagnóstico deve ser feito com os sintomas e sinais, juntamente com alterações hormonais detectadas em exame laboratorial e mudanças no aspecto característico dos ovários ao realizar o ultrassom.
A especialista afirma que o tratamento depende do objetivo da paciente: se ela quiser engravidar, são utilizados hormônios indutores da ovulação e medicações que controlam a insulina, como a metformina.
“Caso ela não queira ter filhos, o tratamento pode ser feito com pílulas anticoncepcionais específicas ou hormônios que regulem o ciclo como a progesterona ou que melhorem a acne e pelos, como a espironolactona e a ciproterona”, conclui Dra. Fabiane.
#RedeDOr #ovario

terça-feira, 17 de março de 2015

Endometriose pode atingir o intestino feminino



Sintomas gastrointestinais, como constipação, cólica aguda e diarreia podem ser sinais de endometriose intestinal.
A endometriose, doença que ocorre apenas nas mulheres, é uma inflamação provocada pelo acúmulo indevido de células do endométrio (tecido que reveste a parte interna do útero) fora da cavidade uterina. “Quando a mulher menstrua parte das células do endométrio são eliminadas na menstruação. No entanto, em alguns casos, essas células migram para outras partes do corpo formando nódulos, resultando na endometriose”, diz Rubens Gonçalves Filho, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.
De acordo o especialista, em geral a endometriose acomete 10% a 15% das mulheres em idade fértil, sendo mais frequente na faixa-etária dos 30 aos 40 anos.  O peritônio, membrana que envolve a face interna do abdômen, é a região mais afetada pela doença, seguido pelo ovário, bexiga e intestino.
Ao atingir o intestino, a doença também pode provocar dores e distensões abdominais relacionadas ao período menstrual e, em casos mais graves, sangramentos retais e obstruções intestinais. “A endometriose intestinal pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia. Dependendo da gravidade é necessário cauterizar o local afetado do intestino ou até remover a parte do órgão doente”, explica o especialista.
Outro prejuízo ocasionado pela doença, independente do local da inflamação, é a infertilidade. De acordo com o ginecologista, metade das mulheres diagnosticadas com endometriose apresentam problemas para engravidar devido a falhas na ovulação, obstrução das trompas e entre outros fatores. “O diagnóstico precoce da endometriose é fundamental para reverter o quadro. Mulheres com dores pélvicas e abdominais frequentes ou com piora ao longo do tempo, relacionadas ou não ao período fértil, devem ficar atentas e procurar ajuda médica”, explica. 
Cólicas menstruais intensas e dor durante as relações sexuais são outros sintomas característicos da doença, independente do órgão afetado, que merecem atenção. 

#RedeDOr #endometriose

sexta-feira, 13 de março de 2015

Alimentos que deixam a pele "elástica"

Larissa Albuquerque, nutricionista do Hospital Esperança Recife, foi entrevistada pela Folha de Pernambuco e explicou para que serve o colágeno. A profissional também deu dicas de alimentos que contém a substância, além de outros que ajudam a produzir e a sintetizá-la. 


#RedeDOr #EsperancaRecife


quarta-feira, 11 de março de 2015

Desvendamos a “fase das mordidas” em apenas 8 respostas!

O site "Mamãe do Ano" publicou uma reportagem muito bacana sobre a "fase das mordidas" das crianças. Abaixo, segue um trecho da matéria.


Quem já sofreu com os dentinhos do filho cravados na própria pele, no irmãozinho ou do amiguinho da escola sabe o quanto a tal “fase das mordidas” é complicada.

E se em algum momento pensou que estava acontecendo apenas com você, enganou-se! Ela existe, sim! Faz parte da chamada “Fase Oral”, que é bastante evidente e importante para o desenvolvimento da criança. “É nessa época que eles descobrem a própria boca, a língua, os lábios e, claro, os dentinhos. É aquele período que tudo vai à boca, por isso o cuidado com pequenos objetos deve ser redobrado”, explica a Dra. Cleyde Vanzillotta, coordenadora de pediatria do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro.

Na conversa com a especialista, desvendamos essa fase em apenas 8 perguntas que você sempre quis saber as respostas.

Confira!

1 – Por que elas mordem?

É preciso entender que a mordida é uma forma de expressão, assim como pode ser um tapa, um puxão de cabelo… Então, se a criança é repreendida, a maneira que ela encontra de mostrar que não gostou daquilo é morder. Se o amiguinho pegou o brinquedo, ou o irmão não o deixou brincar, lá vem a morda novamente.

Outra possibilidade muito comum é a de morder para chamar a atenção para si, seja quando a mamãe está entretida em outra atividade ou quando o papai chega do trabalho, por exemplo. Os pequenos querem brincar! Querem atenção, só não sabem exatamente como dizer isso!

2 – Onde meu filho aprendeu isso?

Um pouco é da natureza, outro tanto é exemplo. Nesse caso, crianças mais velhas na escola, irmãos ou presenciar “brincadeiras de mordidinhas” costumam ser os principais espelhos dos bebês.

3 – Mas elas também mordem de alegria, não?

É… Não é exatamente a melhor forma de demonstrar alegria ou excitação, né? Mas pode acontecer, sim. Especialmente por que não é incomum que os pais brinquem de dar mordidinhas no filho, sem maldade, claro! Ou então que o pequeno ouça da titia coisas do tipo “Vou morder suas bochechas, hein?” ou “Vou aí morder essa barriguinha!”, sempre em tom de alegria e brincadeira. Essa informação acaba ficando armazenada no inconsciente da criança e ela ainda não tem controle sobre a força que vai colocar nos dentinhos, não é mesmo?

4 – O que eu faço?

Mantenha a calma e converse! Ele pode ainda não ter uma fala perfeita, mas a comunicação entre vocês já está estabelecida e ele entende tudo o que vocês está dizendo. Então, diga que dessa forma você não o entende. Mostre que machucou e diga: “Você pode me dizer o que quer. Estou aqui para te ouvir…”. Faça-o entender que existem outras formas de se expressar e estimule-o a isso, mas sem castigos ou broncas. Lembre-se que ele não fez por maldade e não precisa ser castigado por isso.

Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/858m

#RedeDOr #CopaDOr #mordida