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terça-feira, 31 de março de 2015

Exercícios no pós-parto aliviam dores e dão mais conforto para as mães

Após o parto, o corpo da mulher continua sofrendo uma série de transformações. Juliana Bambicini, fisioterapeuta do Hospital São Luiz foi entrevistada pelo portal iG e indicou ‪‎exercícios‬ que ‪‎mulheres‬ no ‪‎pós‬-parto podem fazer para aliviar dores comuns deste período. Exercícios leves, não para perder peso, mas para ajudá-la nesta nova fase, são muito bem vindos e recomendados. Mas não se esqueça de consultar seu médico antes de iniciar as atividades.























Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/8a4w

#RedeDOr #pos-parto

quarta-feira, 25 de março de 2015

Você sabe o que é a Síndrome do Ovário Policístico?

A Síndrome do Ovário Policístico é uma doença de caráter metabólico em que vários eixos hormonais se alteram, como o da ovulação, dos hormônios masculinos e da insulina.
Dra. Fabiane Sabbag, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, explica que estas mudanças causam alteração no ciclo menstrual, infertilidade, obesidade, acne e pelos em excesso.
O diagnóstico deve ser feito com os sintomas e sinais, juntamente com alterações hormonais detectadas em exame laboratorial e mudanças no aspecto característico dos ovários ao realizar o ultrassom.
A especialista afirma que o tratamento depende do objetivo da paciente: se ela quiser engravidar, são utilizados hormônios indutores da ovulação e medicações que controlam a insulina, como a metformina.
“Caso ela não queira ter filhos, o tratamento pode ser feito com pílulas anticoncepcionais específicas ou hormônios que regulem o ciclo como a progesterona ou que melhorem a acne e pelos, como a espironolactona e a ciproterona”, conclui Dra. Fabiane.
#RedeDOr #ovario

terça-feira, 17 de março de 2015

Endometriose pode atingir o intestino feminino



Sintomas gastrointestinais, como constipação, cólica aguda e diarreia podem ser sinais de endometriose intestinal.
A endometriose, doença que ocorre apenas nas mulheres, é uma inflamação provocada pelo acúmulo indevido de células do endométrio (tecido que reveste a parte interna do útero) fora da cavidade uterina. “Quando a mulher menstrua parte das células do endométrio são eliminadas na menstruação. No entanto, em alguns casos, essas células migram para outras partes do corpo formando nódulos, resultando na endometriose”, diz Rubens Gonçalves Filho, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.
De acordo o especialista, em geral a endometriose acomete 10% a 15% das mulheres em idade fértil, sendo mais frequente na faixa-etária dos 30 aos 40 anos.  O peritônio, membrana que envolve a face interna do abdômen, é a região mais afetada pela doença, seguido pelo ovário, bexiga e intestino.
Ao atingir o intestino, a doença também pode provocar dores e distensões abdominais relacionadas ao período menstrual e, em casos mais graves, sangramentos retais e obstruções intestinais. “A endometriose intestinal pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia. Dependendo da gravidade é necessário cauterizar o local afetado do intestino ou até remover a parte do órgão doente”, explica o especialista.
Outro prejuízo ocasionado pela doença, independente do local da inflamação, é a infertilidade. De acordo com o ginecologista, metade das mulheres diagnosticadas com endometriose apresentam problemas para engravidar devido a falhas na ovulação, obstrução das trompas e entre outros fatores. “O diagnóstico precoce da endometriose é fundamental para reverter o quadro. Mulheres com dores pélvicas e abdominais frequentes ou com piora ao longo do tempo, relacionadas ou não ao período fértil, devem ficar atentas e procurar ajuda médica”, explica. 
Cólicas menstruais intensas e dor durante as relações sexuais são outros sintomas característicos da doença, independente do órgão afetado, que merecem atenção. 

#RedeDOr #endometriose

sexta-feira, 13 de março de 2015

Alimentos que deixam a pele "elástica"

Larissa Albuquerque, nutricionista do Hospital Esperança Recife, foi entrevistada pela Folha de Pernambuco e explicou para que serve o colágeno. A profissional também deu dicas de alimentos que contém a substância, além de outros que ajudam a produzir e a sintetizá-la. 


#RedeDOr #EsperancaRecife


quarta-feira, 11 de março de 2015

Desvendamos a “fase das mordidas” em apenas 8 respostas!

O site "Mamãe do Ano" publicou uma reportagem muito bacana sobre a "fase das mordidas" das crianças. Abaixo, segue um trecho da matéria.


Quem já sofreu com os dentinhos do filho cravados na própria pele, no irmãozinho ou do amiguinho da escola sabe o quanto a tal “fase das mordidas” é complicada.

E se em algum momento pensou que estava acontecendo apenas com você, enganou-se! Ela existe, sim! Faz parte da chamada “Fase Oral”, que é bastante evidente e importante para o desenvolvimento da criança. “É nessa época que eles descobrem a própria boca, a língua, os lábios e, claro, os dentinhos. É aquele período que tudo vai à boca, por isso o cuidado com pequenos objetos deve ser redobrado”, explica a Dra. Cleyde Vanzillotta, coordenadora de pediatria do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro.

Na conversa com a especialista, desvendamos essa fase em apenas 8 perguntas que você sempre quis saber as respostas.

Confira!

1 – Por que elas mordem?

É preciso entender que a mordida é uma forma de expressão, assim como pode ser um tapa, um puxão de cabelo… Então, se a criança é repreendida, a maneira que ela encontra de mostrar que não gostou daquilo é morder. Se o amiguinho pegou o brinquedo, ou o irmão não o deixou brincar, lá vem a morda novamente.

Outra possibilidade muito comum é a de morder para chamar a atenção para si, seja quando a mamãe está entretida em outra atividade ou quando o papai chega do trabalho, por exemplo. Os pequenos querem brincar! Querem atenção, só não sabem exatamente como dizer isso!

2 – Onde meu filho aprendeu isso?

Um pouco é da natureza, outro tanto é exemplo. Nesse caso, crianças mais velhas na escola, irmãos ou presenciar “brincadeiras de mordidinhas” costumam ser os principais espelhos dos bebês.

3 – Mas elas também mordem de alegria, não?

É… Não é exatamente a melhor forma de demonstrar alegria ou excitação, né? Mas pode acontecer, sim. Especialmente por que não é incomum que os pais brinquem de dar mordidinhas no filho, sem maldade, claro! Ou então que o pequeno ouça da titia coisas do tipo “Vou morder suas bochechas, hein?” ou “Vou aí morder essa barriguinha!”, sempre em tom de alegria e brincadeira. Essa informação acaba ficando armazenada no inconsciente da criança e ela ainda não tem controle sobre a força que vai colocar nos dentinhos, não é mesmo?

4 – O que eu faço?

Mantenha a calma e converse! Ele pode ainda não ter uma fala perfeita, mas a comunicação entre vocês já está estabelecida e ele entende tudo o que vocês está dizendo. Então, diga que dessa forma você não o entende. Mostre que machucou e diga: “Você pode me dizer o que quer. Estou aqui para te ouvir…”. Faça-o entender que existem outras formas de se expressar e estimule-o a isso, mas sem castigos ou broncas. Lembre-se que ele não fez por maldade e não precisa ser castigado por isso.

Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/858m

#RedeDOr #CopaDOr #mordida

segunda-feira, 2 de março de 2015

O que é o câncer não invasivo da mama?

Na semana do Dia Internacional da Mulher, Dr. Gilberto Amorim, Coordenador do Grupo de Oncologia Mamária Oncologia D'Or, explica o que é o câncer in situ, também conhecido como câncer não invasivo da mama.
O câncer não invasivo ou in situ apresenta células doentes que se originam dentro dos ductos ou dos lóbulos, que são estruturas que fazem parte da anatomia normal das mamas, mas não invadem ou infiltram estruturas próximas e nem são capazes de originar uma metástase. Existe uma espécie de membrana – chamada basal – que “segura” estas células dentro dos ductos ou dos lóbulos, por isto nestes casos não temos metástases. Importante destacar que em muitos casos podem co-existir os 2 tipos o in situ e o infiltrante ou invasivo, pois nem todas as áreas “degeneram” ao mesmo tempo, e o tratamento vai ser determinado predominantemente pelo componente invasor.
Podem então ser dividido em 2 tipos o intra-ductal e o intra-lobular e é considerado o câncer de mama mais precoce – Estádio Zero quando não há nenhuma área de invasão da membrana basal. Seu índice de cura chega próximo de 100% e seu tratamento é eminentemente local com cirurgia e conforme o caso radioterapia. Não há razão para realizar quimioterapia nestes casos.

Em alguns casos pode ser indicado um anti-estrogênio em caráter preventivo, pois podemos ter nestes casos um maior risco de desenvolvimento futuro de novos carcinomas in situ na mama oposta ou até na mesma mama quando operada parcialmente. Com estes medicamentos, há uma redução da ordem de 50-60% nesta possibilidade que já é pequena na maioria dos cenários.
#semanadamulher #RedeDOr #cancerdemama #mama

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Candidíase é mais comum no verão



A candidíase é uma infecção vaginal causado por um fungo chamado Cândida albicans. Estima-se que cerca de 75% das mulheres terão candidíase em algum momento de suas vidas e o verão é a estação em que a infecção ocorre com mais frequência.

Dra. Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, explica que os fungos são oportunistas e que o aparecimento da candidíase depende de uma agressão interna ou externa.

As causas da infecção estão relacionadas a qualquer situação que depõe contra o equilíbrio da flora vaginal, sejam agressores internos, como alterações hormonais das mulheres, por exemplo, ou externos, como uso de protetores diários de calcinha, maiôs e biquínis úmidos por cloro ou sal da água do mar.

E é no verão que as agressões, principalmente externas, são mais habituais. A umidade constante do biquíni ou maiô após os banhos de piscina ou no mar, por exemplo, dificulta arejar melhor a vagina e propicia a proliferação dos fungos.

A médica esclarece que entre os sintomas mais comuns da candidíase estão a presença de secreção amarela esbranquiçada na calcinha - cuja quantidade pode variar -, e/ou a presença possível de sensação de coceira ou ardência local.

A candidíase pode ser facilmente diagnosticada através de exame um clínico com o ginecologista. O exame laboratorial através da cultura da secreção vaginal também pode ser realizado, mas não é necessário se já houver a avaliação do médico.

Após o diagnóstico, o tratamento pode ser realizado por medicação via oral e/ou via vaginal de antifúngicos. Depende do ginecologista escolher a melhor opção para cada caso.


Por este motivo, não deixe de procurar seu médico caso apresente algum dos sintomas acima. E, claro, evite permanecer com o maiô ou biquíni molhado após o mergulho.

#RedeDOr #candidiase #verao


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Check-up anual: 5 exames para manter a saúde feminina em dia



Começo de ano é, normalmente, a época de fazer o check-list. Os cuidados com a saúde não podem ficar de fora desta lista. Dr. Paulo Miranda, ginecologista do Hospital Santa Luzia, em Brasília, lembra que o tradicional check-up de início de ano é de extrema importância, principalmente para as mulheres.

“Os exames de rotina avaliam as condições da saúde feminina e dão condições ao médico de fazer um acompanhamento constante do quadro clínico da paciente. Além disso, quando estes testes são feitos com frequência, muitas doenças podem ser prevenidas ou diagnosticadas precocemente”, esclarece.

Confira abaixo os seis exames que as mulheres devem fazer todos os anos:

1. Papanicolau

Este exame precisa ser feito todos os anos na consulta ginecológica ou a qualquer momento, se houver sinais de infecções ou inflamações. Pessoas que têm histórico de câncer de colo de útero na família devem fazê-lo a cada 6 meses.

2. Autoexame de mama

O autoexame é o primeiro passo para acompanhar a saúde dos seios da mulher. Ele deve ser realizado ao menos uma vez por semana, de preferência durante o banho, momento em que as mãos deslizam mais facilmente pelos seios. Mas fique atenta! Esta avaliação só é válida se for feita fora do período menstrual. As mulheres que estão na menopausa podem fazê-la em qualquer período. Se a você detectar algo, procure ajuda médica.

3. Mamografia

Exame radiológico que avalia as condições da mama. Deve ser feito anualmente, após os 40 anos. Mulheres com parentes de primeiro grau diagnosticados com câncer de mama devem começar a realizar a mamografia 10 anos antes da idade em que a mãe ou a irmã foram identificadas com a doença.

4. Ecografia de mama

Este exame de imagem é indicado para avaliar a saúde das mamas de mulheres com menos de 40 anos. A frequência dele é anual ou a qualquer momento necessário. Lembre-se que a ecografia mamária deve ser realizada fora do período menstrual e, se algo for detectado, você deve procurar o seu médico para uma avaliação completa.

5. Ultrassom transvaginal

Por meio deste exame, o ginecologista ou obstetra pode visualizar com precisão os órgãos do aparelho reprodutor feminino (útero, ovário e trompas). Com periodicidade anual, ele deve ser feito por mulheres com mais de 40 anos. Além disso, pessoas que têm histórico de câncer na família precisam realizar a avaliação a cada 6 meses ou quando recomendado pelo especialista.

#RedeDOr #HospitalSantaLuzia