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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Entenda a doença que causa excesso de náuseas e mal estar no início da gestação

Enjoo e vômito são sintomas comuns no início da gravidez. Esses desconfortos, chamados pela medicina de êmese gravídica, são reações fisiológicas normais, que costumam dar uma trégua apenas na 12ª ou 16ª semana de gestação.
Para algumas mulheres, como é o caso da duquesa Kate Middleton, grávida do seu segundo filho, a intensidade e frequência desses sintomas são maiores. “Chamamos esse quadro de hiperêmese gravídica, que nada mais é do que a êmese gravídica em um grau elevado. Embora os sintomas sejam os mesmos, nesses casos há riscos de perda de peso, desidratação e alterações sanguíneas, devido ao excesso de náuseas e vômitos” explica Igor Padovesi, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, de São Paulo.
Assim como a duquesa, as gestantes diagnosticadas com hiperêmese gravídica devem ficar atentas caso a perda de peso seja superior a 5% e a desidratação intensa. “Urinar poucas vezes ao dia, urina concentrada, mal estar, tontura e fraqueza são sinais de desidratação, podendo resultar na perda de sódio e potássio”, explica Igor.
Apesar de incômodos, esses sintomas fazem parte da gestação, já que estão associados à produção do bHCG – hormônio exclusivo da gravidez e necessário para preparar o útero para o crescimento do feto no início da gestação. Assim, quanto maior for à produção do hormônio, mais intenso será o mal estar.
Segundo o especialista, a incidência dos sintomas varia de gestação para gestação. Mulheres diagnosticadas com a doença na primeira gravidez possivelmente terão o mesmo quadro na segunda. Mães que estão à espera de gêmeos também apresentam mais propensão.
O tratamento da hiperêmese visa minimizar os desconfortos a partir de mudança de hábitos alimentares nos três primeiros meses da gestação. Em casos mais graves, recomenda-se o uso de medicamentos, sempre com acompanhamento médico.
Confira algumas dicas para diminuir a sensação de náusea e vômitos e garantir o bom desenvolvimento do bebê:

- Fracionar as refeições: comer de três em três horas e pequenas porções;
- Evitar alimentos: condimentados, apimentados e ácidos;
- Dar preferência a alimentos ricos em proteína, carboidratos e com baixo teor de gordura;
- Para beber de preferência a ingestão de líquidos gelados (enjoam menos). Água de coco e bebidas isotônicas são recomendadas;
- Evitar o consumo de café;
- Vitaminas: recomendável consumir nos horários em que os enjoos são menores.

#rededor #enjoo #nausea


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Tratamentos mais modernos no diabetes infantil



O diabetes é uma doença causada pela má absorção de glicose devido à diminuição na ação da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, ou sua total ausência.  Em outras palavras, o diabetes ocorre quando a insulina não é suficiente ou não consegue agir adequadamente para metabolizar a glicose presente nos alimentos e transformá-la em energia, o que resulta no excesso de glicose na corrente sanguínea.

Se o diagnóstico da doença em adultos já é motivo de angústia, entre crianças e adolescentes a preocupação torna-se ainda maior, uma vez que nestas fases é comum os jovens apresentarem resistência a novos alimentos no cardápio.

Entretanto, Dra. Renata Noronha, coordenadora da Endocrinologia Pediátrica do Hospital São Luiz, de São Paulo, explica que nos últimos anos as restrições alimentares às crianças portadoras de diabetes diminuíram e a qualidade de vida dos pequenos melhorou consideravelmente e por muito mais tempo.

“Com as novas insulinas, que possuem ação ultrarrápida, hoje a criança não é completamente proibida de consumir alguns alimentos. Quando ela vai a um aniversário, por exemplo, ela pode comer o bolo.”

Esta liberdade é possível devido aos tratamentos mais modernos, de múltiplas doses e monitoramento da glicemia capilar a cada refeição. “Com o exame de glicemia capilar – também conhecido como exame de ponta de dedo – é possível realizar o cálculo da quantidade de insulina que a criança precisa para corrigir sua glicemia e absorver adequadamente os diferentes tipos de alimentos. A insulinas podem ser aplicadas através de canetas com agulhas bem finas, possibilitando a normalização do resultado do nível de glicose em poucos minutos. Desde que os pais saibam fazer a contagem de carboidratos e calcular a dose de insulina que será administrada, a criança pode abrir exceções eventualmente.”

A evolução do tratamento também é muito importante porque o diabetes tipo 1 tem sido diagnosticado com mais frequência e têm crescido entre crianças menores de 5 anos e em jovens em idade de puberdade. “Atualmente, os pais podem ver quanto as crianças comeram e fazer a contagem dos carboidratos para depois aplicar a dose. Isto evita muitos casos de hipo e hiperglicemia nos pequenos que apresentam muita irregularidade alimentar ou em momentos em que estejam doentes e com baixo apetite”, esclarece.

Dra. Renata ressalta, porém, que a insulina é apenas uma parte do tratamento do diabetes infantil. “Assim como fariam com qualquer outra criança, os pais devem estimular a prática de exercícios físicos e incentivar os hábitos alimentares saudáveis, como alimentar-se de frutas, verduras e produtos integrais.”


#rededor #diabetes #criancas

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O que é a arritmia cardíaca e como preveni-la


A arritmia cardíaca é a alteração no ritmo das batidas do coração. Quando o órgão bate mais rápido – mais de 100 batimentos por minuto (bpm), o evento é chamado de taquicardia. Quando bate mais lento – menos de 60 bpm, é denominado bradicardia.

O coordenador da Cardiologia Intervencionista do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo, Marcelo Cantarelli, explica que normalmente a doença se origina por problemas no sistema elétrico do coração. Quando as células do músculo cardíaco começam a gerar batimentos fora do sistema elétrico, surgem as arritmias. Elas podem se formar dentro dos ventrículos – parte inferior do coração -, como nos átrios – parte superior do órgão.

Além dos distúrbios elétricos, outras causas das arritmias são medicamentos que aumentam a excitabilidade das células do coração, a ansiedade, o estresse, o tabagismo e as bebidas alcoólicas. As doenças cardiovasculares, por serem muito frequentes, também são causas de arritmias. No Brasil, outro fator a ser considerado é a Doença de Chagas.

Dr. Marcelo esclarece que algumas arritmias são extremamente benignas. Outras, porém, podem levar à morte súbita, que é a morte inesperada em que a pessoa tem uma parada cardiorrespiratória e não consegue chegar ao hospital a tempo de ser atendida. O infarto agudo do miocárdio – mais comum a partir dos 50 anos - corresponde a 70% dos casos de morte súbita.

Outro tipo de arritmia é a fibrilação atrial, mais frequente entre os idosos. Ela consiste no batimento rápido e irregular dos átrios e não causa morte súbita, mas pode levar ao derrame cerebral (AVC) que, em dois terços dos casos, é incapacitante. Estima-se que cerca de 10% das pessoas acima de 75 anos possuem esta doença.

Para prevenir as arritmias, Dr. Marcelo recomenda que o paciente se consulte regularmente com um clínico geral ou cardiologista. Este profissional avaliará se o indivíduo possui algum fator de risco. A alimentação adequada e a prática de exercícios físicos também são essenciais na prevenção de arritmias.


#rededor #arritmia #mortesubita

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Pílula de emergência

A pílula do dia seguinte, também conhecida como pílula de emergência, costuma causar dúvidas em muitas mulheres. Para esclarecê-las, a Revista da Hora, do jornal Agora, entrevistou a Dra. Glaucimara Gonzaga Nunes, ginecologista do Hospital Oeste D'Or. Confira!

#rededor #OesteDOr #piluladodiaseguinte


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Hoje é o Dia Mundial de Combate ao AVC

O AVC (Acidente Vascular Cerebral), também conhecido como derrame cerebral, é a segunda maior causa de mortes no mundo. Apenas no Brasil, são mais de 100 mil mortes por ano. E a ocorrência da doença tem aumentado também entre os adultos jovens.
Em 2011, foram registradas 4.933 internações de vítimas do AVC entre 15 e 34 anos no Brasil. Outros dados do Ministério da Saúde revelam que 62 mil pessoas abaixo dos 45 anos morreram no país entre 2000 e 2010.
Dr. Álvaro Pentagna, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo, explica que o AVC é uma lesão decorrente de uma ruptura nas artérias que irrigam o sistema nervoso central. Esta ruptura pode causar uma hemorragia, caso do AVC hemorrágico, ou uma obstrução na circulação sanguínea, caso do AVC isquêmico. A doença é mais comum em homens. Porém, após a menopausa, há um aumento na incidência em mulheres.
O neurologista esclarece que entre os jovens, o risco do AVC está mais relacionado a fatores modificáveis, como o tabagismo e a obesidade, que leva à hipertensão, ao diabetes e à alteração do colesterol e à apneia do sono. Também são fatores de risco o sedentarismo e o uso de drogas, principalmente as anfetaminas e a cocaína. A doença também está relacionada a eventuais doenças da coagulação. Por este motivo, a melhor maneira de prevenir-se contra o derrame é ter hábitos saudáveis.
Os sintomas mais frequentes do AVC são: dificuldade na articulação da fala, na expressão e na compreensão da linguagem falada e escrita, fraqueza motora de um lado do corpo, falta de coordenação e desequilíbrio; perda do campo visual e visão dupla, dor de cabeça repentina e alteração súbita de consciência.
Caso você esteja próximo de alguém com estes sintomas, leve-o imediatamente ao pronto-socorro mais próximo. Quando mais rápido o atendimento, menor a possibilidade de haver sequelas. Se a vítima for jovem, a recuperação é melhor devido ao vigor físico e ao menor risco de complicações.
#rededor #AVC #derrame

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Sete alimentos que aumentam a imunidade das grávidas

A Pais & Filhos online publicou reportagem em que lista 7 alimentos que aumentam a imunidade das grávidas. O infectologista do Hospital São Luiz, de São Paulo, Daniel Wagner de Castro Lima Santos, foi um dos entrevistados e explicou a importância de consumi-los.

Abaixo, você confere um trecho da matéria:

Cuidar da saúde é uma necessidade em qualquer momento da vida, mas na gestação essa preocupação precisa ser intensificada. Afinal não se trata de uma pessoa somente, mas duas, por isso é importante fazer boas escolhas. Uma das principais questões nessa fase é em relação à imunidade. Isso porque são poucos os remédios que a mulher pode tomar caso fique doente. Vale a máxima: melhor prevenir do que remediar!

Para o infectologista do Hospital São Luiz Jabaquara, Daniel Wagner de Castro Lima Santos, , a preocupação com a imunidade não é a toa. “A própria gestação já causa diminuição de imunidade por fatores hormonais. Além disso, é importante ter boas defesas, pois os anticorpos da mãe protegerão o feto nos primeiros 6 meses de vida”, alerta.

Segundo ele, a imunidade é influenciada pela qualidade de vida, alimentação, alterações emocionais, horas de sono e genética.

Alimentos que elevam a imunidade

A nutricionista da escola MOPI, Josiane Boer, dá algumas dicas de alimentos benéficos para a imunidade da gestante:

Alimentos ricos em vitamina C: acerola, limão, laranja e kiwi, aumentam a produção das células de defesas do organismo, que tem efeito direto sobre bactérias e vírus, ajudando na prevenção de infecções, gripes e resfriados.

Cebola: possui uma substância chamada quercetina, substância que aumenta a imunidade da gestante, prevenindo-a de doenças virais e alérgicas.

Para ler a versão completa, acesse: http://scup.it/6vh6

#rededor



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Números da Rede D'Or São Luiz na Fórmula 1

A equipe do Hospital São Luiz na Fórmula 1 é composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêutico, equipe de laboratório para realização de exames, equipe do banco de sangue, entre outros. 

Dos 170 profissionais da Rede D´Or São Luiz, 45 são médicos. Entre as especialidades médicas presentes destacam-se ortopedista, neurocirurgião, cardiologista, cirurgião plástico especializado em queimados, oftalmologista, anestesista, intensivista, cirurgião de trauma e cirurgião de tórax. 

Confira outros números: 

- 11 ambulâncias, 
- 2 helicópteros aeromédicos, 
- 2 carros de extração, 
- 3 carros de intervenção 

#rededor #GPBrasil #F1 

Fotos: Nicola Labate


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

No Dia Mundial da Osteoporose, conheça a doença e por que ela ocorre



A osteoporose é a principal doença osseometabólica dos seres humanos. De acordo com Dr. José Goldenberg, reumatologista do Hospital São Luiz, de São Paulo, ela se caracteriza por uma redução do volume e da qualidade óssea, com deterioração de sua microarquitetura. Esta deterioração aumenta a fragilidade dos ossos e, consequentemente, o risco de fraturas.

O risco de fraturas é inversamente proporcional à densidade óssea do indivíduo. O pico de massa óssea ocorre entre os 18 e 20 anos e começa a declinar depois dos 40. Após a menopausa e com o início da queda na produção de estrógeno, a perda óssea aumenta de 1% a 5% ao ano. Por este motivo, a doença acomete uma grande quantidade de pós-menopausadas.

Cerca de 30% das mulheres com mais de 50 anos são atingidas, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Entre os homens com a mesma idade, o número de acometidos também é significativo e chega a 10%. A osteoporose também atinge fortemente os idosos. Na faixa etária dos 40-80 anos, a cada década, o risco de fraturas pela doença é dobrado.

Além da idade avançada, os principais fatores de risco para a osteoporose são: hereditariedade, baixa estatura, baixo peso, menopausa precoce, baixa ingestão de cálcio, baixa exposição ao sol (carência de vitamina D).

De acordo com Dr. José Goldenberg, “a densitometria óssea é o exame gold standard (padrão ouro) para investigação de osteoporose”. O diagnóstico da doença também é feito pela história clínica e exame físico, avaliação dos fatores de risco e causas secundárias, avaliação dos fatores de risco para quedas (uso de medicamentos, doenças neurológicas) e exames laboratoriais que avaliam o perfil do metabolismo ósseo.

“Quando adequadamente identificada pelo médico, a osteoporose pode ser prevenida. Porém, quando sintomática pode ser extremamente dolorosa, desfigurante, incapacitante, podendo levar o indivíduo à morte”, conclui o médico.


#HospitalSaoLuiz #SaoLuizMorumbi #osteoporose